Durante muito tempo percecionada como um assunto reservado às empresas de grande dimensão ou ao setor médico, a cibersegurança constitui agora uma ameaça diária para as estruturas de acolhimento de crianças. Em 2025, o setor da educação/infância destacou-se como o mais afetado em França, representando 34% dos incidentes cibernéticos registados. A mesma realidade também verifica-se no Grão-Ducado do Luxemburgo.
Num mundo em que a gestão das creches depende cada vez mais do digital, os riscos deixaram de ser teóricos. A digitalização em massa dos processos, como cadernos de ligação, portais de família, faturação e processos médicos, torna estas estruturas particularmente vulneráveis. Elas armazenam dados extremamente sensíveis: informações médicas, fotografias de crianças, informações bancárias e dados de identificação de menores, sendo estes elementos valiosos para os cibercriminosos. Além disso, as creches são, muitas vezes, pequenas estruturas com poucos recursos informáticos, estando expostas a palavras-passe fracas e redes Wi-Fi desprotegidas, com uma dependência acrescida de prestadores de software.
As consequências de um ataque: paralisia e sanções
Em caso de ciberataque, as consequências para uma creche são imediatas e graves. Um ciberataque bem-sucedido pode paralisar o funcionamento diário, bloqueando o acesso aos processos das crianças, aos planeamentos e às ferramentas de faturação, e impedindo o trabalho normal dos funcionários. Além desta interrupção de atividade, há risco de fuga de dados ultrassensíveis, que expõe as estruturas a sanções pesadas da CNPD (Comissão Nacional de Proteção de Dados) devido à proteção reforçada dos menores no âmbito do RGPD.
A ameaça da ciberfraude é também muito frequente. Casos concretos mostram creches a serem vítimas de usurpação da identidade de fornecedores, com vista à alteração do NIB e ao desvio de transferências, o que causa prejuízos financeiros significativos. O impacto na confiança das famílias é duradouro e pode implicar a responsabilidade civil da estrutura e prejudicar gravemente a sua reputação.
easyPRO Cyber: uma abordagem global em três pilares
Perante esta recrudescência, já não basta reagir. É necessário adotar uma estratégia estruturada, assente em três pilares essenciais, que são implementados de forma concreta pela solução easyPRO Cyber: Antecipar, Reagir e Reparar.
1. Antecipar: prevenção pró-ativa
A abordagem da easyPRO Cyber tem início muito antes de um incidente. Começa por um scan de cibersegurança gratuito, que oferece uma análise precisa do nível de falhas da sua estrutura. Este diagnóstico permite identificar as vulnerabilidades antes que estas sejam exploradas, reduzindo de forma concreta o risco de ataque.
Graças à plataforma Dattak Defense, o segurado beneficia de um controlo contínuo e de alertas em tempo real para detetar as anomalias, uma ferramenta útil que se adiciona aos seus prestadores de serviços informáticos habituais. A abordagem inclui ainda auditorias avançadas e ações simuladas de phishing, concebidas por peritos, para sensibilizar os seus colaboradores para os erros humanos que são, muitas vezes, a principal causa das intrusões.
2. Reagir: uma intervenção imediata 24h/7d
Em caso de incidente, cada minuto conta. O easyPRO Cyber assenta numa parceria com a Dattak para mobilizar mais de 50 peritos especializados (ciber, jurídico, gestão de crise) que intervêm 24h/7d. O tempo de resposta é inferior a 2 minutos. Esta reatividade permite conter o ataque, garantir a segurança dos sistemas e gerir a comunicação de crise, de modo a preservar a reputação da sua empresa. A assistência abrange também as notificações regulamentares e os custos associados, garantindo um acompanhamento global em caso de eventos como fraude por e-mail, ciberextorsão ou violação de dados.
3. Reparar: a proteção financeira e a continuidade
A solução oferece uma indemnização pelos prejuízos sofridos, o que permite enfrentar com mais tranquilidade as consequências do ataque. A cobertura inclui:
A reconstituição dos sistemas e dos dados.
As interrupções do negócio, calculadas com base no pico de atividade (e não na média habitual), o que é crucial para os períodos de elevada procura.
Os custos de negociação de resgate em caso de ciberextorsão.
Os custos de defesa e os procedimentos associados caso um terceiro (paciente, parceiro) for afetado.
Além disso, com o easyPRO Cyber, está livre de manter o seu prestador de serviços de confiança em caso de incidente. Após validação dos orçamentos, as despesas são assumidas, permitindo-lhe continuar a colaborar com o seu perito em tecnologias de informação e beneficiar da proteção do seguro.
Garantir a confiança e a continuidade das estruturas de acolhimento
A cibersegurança deixou de ser uma questão técnica para se tornar um desafio de gestão e de sustentabilidade para qualquer empresa.
Ao agirem agora, as estruturas de acolhimento não só protegem os seus dados, como também a confiança das famílias e a continuidade da sua atividade. A primeira etapa é simples e gratuita: peça já um scan de avaliação de cibersegurança para identificar as suas vulnerabilidades e proteger a sua estrutura.
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